*Obrigada por me enviá-las, Julia!
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quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Músico brasileiro que ensaiou com Michael
Sempre postarei aqui matérias e artigos de outros blogs e sites, que contenham algo relevante sobre o Michael. Encontrei uma entrevista com o saxofonista Miguel Gandelman (filho de Léo Gandelman), que chegou a participar de dois ensaios com Michael em maio.
Aqui está um trecho da entrevista:
Como foram os ensaios?
Realizei aquele sonho de tocar thriller com o Michael. Com ele na minha frente, olhando e rindo. Aquilo ali vai ficar na minha cabeça pra sempre. Montaram a banda em frente ao Michael, pra ele poder ficar de frente pra todo mundo dando opiniões. Ele é um cara muito envolvido musicalmente com tudo.
Ele estava bem de saúde? Quando anunciaram a morte dele foi uma surpresa?
Ele tava, foi inimaginável. Obviamente ele não era aquele Michael de 20 anos de idade, mas estava bem. Não presenciei a vida pessoal dele, só a musica. E a vida musical dele estava 100%. O que Deus deu pra ele tava ali. Tava presente, bonito, vendo a música dele acontecendo. O cara tava 100% presente, fazendo o trabalho dele.
Esses dois dias de ensaios vão estar no documentário “This is It”?
Esse documentário vai ser basicamente os dois últimos ensaios, que ele fez no Staple Center, estádio do Los Angeles Lakers. Eles fecharam o estádio pros ensaios. Quando tocamos com ele tinha câmera sim, mas eu ficaria surpreso se fizesse parte do documentário. Não tinha dançarino, não estava com explosões no palco.
Era o começo do trabalho?
Exatamente, ele estava fechando a banda ainda. Nem tinha escolhidos os ele ainda nem tinha fechado os backing vocals ainda. Ele nunca mais voltou pro ensaio, queriam que a gente assinasse um contato de dois anos. E nós pensamos: vamos fechar um contrato de dois anos com um cara que nem voltou pros ensaios? Amo ele de paixão, sou fã cara.
Ele deu algum sinal de estar dopado?
Nada, o cara tava super feliz, super legal. Olhei no olho dele, apertei a mão. Isso que me impressionou mais. Quando cheguei casa e liguei pro meu pai, pra minha mãe e dizer que tinha tocado pro cara. Ele é um ser humano, porque você tem na cabeça: caralho, é o Michael Jackson. Você acha que vai ver o cara com uma capa e sair voando. É um homem normal, tava com uma camiseta hering branca, uma calça jeans e falando com todo mundo. Dando ordem. Ai dançava, cantava e gritava. Muito legal.
Vocês chegaram a receber parte do repertório que ia rolar nos shows de Londres?
O repertório era basicamente o da última turnê, aquela chamada “HIStory”, que são basicamente os sucessos dele. Tocamos “Thriller”, “Wanna Be Startin' Somethin'”, “Jam”, “The Way You Make Me Feel”. Uma de cada fase diferente dele.
VEJA MATÉRIA E ENTREVISTA COMPLETAS NESTE LINK:
http://www.abril.com.br/noticias/diversao/ultimo-brasileiro-tocar-michael-jackson-revela-vida-musical-dele-tava-100-496266.shtml
Aqui está um trecho da entrevista:
Como foram os ensaios?
Realizei aquele sonho de tocar thriller com o Michael. Com ele na minha frente, olhando e rindo. Aquilo ali vai ficar na minha cabeça pra sempre. Montaram a banda em frente ao Michael, pra ele poder ficar de frente pra todo mundo dando opiniões. Ele é um cara muito envolvido musicalmente com tudo.
Ele estava bem de saúde? Quando anunciaram a morte dele foi uma surpresa?
Ele tava, foi inimaginável. Obviamente ele não era aquele Michael de 20 anos de idade, mas estava bem. Não presenciei a vida pessoal dele, só a musica. E a vida musical dele estava 100%. O que Deus deu pra ele tava ali. Tava presente, bonito, vendo a música dele acontecendo. O cara tava 100% presente, fazendo o trabalho dele.
Esses dois dias de ensaios vão estar no documentário “This is It”?
Esse documentário vai ser basicamente os dois últimos ensaios, que ele fez no Staple Center, estádio do Los Angeles Lakers. Eles fecharam o estádio pros ensaios. Quando tocamos com ele tinha câmera sim, mas eu ficaria surpreso se fizesse parte do documentário. Não tinha dançarino, não estava com explosões no palco.
Era o começo do trabalho?
Exatamente, ele estava fechando a banda ainda. Nem tinha escolhidos os ele ainda nem tinha fechado os backing vocals ainda. Ele nunca mais voltou pro ensaio, queriam que a gente assinasse um contato de dois anos. E nós pensamos: vamos fechar um contrato de dois anos com um cara que nem voltou pros ensaios? Amo ele de paixão, sou fã cara.
Ele deu algum sinal de estar dopado?
Nada, o cara tava super feliz, super legal. Olhei no olho dele, apertei a mão. Isso que me impressionou mais. Quando cheguei casa e liguei pro meu pai, pra minha mãe e dizer que tinha tocado pro cara. Ele é um ser humano, porque você tem na cabeça: caralho, é o Michael Jackson. Você acha que vai ver o cara com uma capa e sair voando. É um homem normal, tava com uma camiseta hering branca, uma calça jeans e falando com todo mundo. Dando ordem. Ai dançava, cantava e gritava. Muito legal.
Vocês chegaram a receber parte do repertório que ia rolar nos shows de Londres?
O repertório era basicamente o da última turnê, aquela chamada “HIStory”, que são basicamente os sucessos dele. Tocamos “Thriller”, “Wanna Be Startin' Somethin'”, “Jam”, “The Way You Make Me Feel”. Uma de cada fase diferente dele.
VEJA MATÉRIA E ENTREVISTA COMPLETAS NESTE LINK:
http://www.abril.com.br/noticias/diversao/ultimo-brasileiro-tocar-michael-jackson-revela-vida-musical-dele-tava-100-496266.shtml
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segunda-feira, 10 de agosto de 2009
O lado roqueiro de Michael Jackson

São poucos os textos de não-fãs escritos sobre o Michael que eu aprovo. A maioria vem carregada de críticas e julgamentos duros (mesmo agora, que ele não está mais aqui!).
Mas... tenho encontrado aqui e ali alguns textos interessantes que abordam outros lados do nosso ídolo. Aqui está um, que resolvi copiar e trazer pra cá, na íntegra:
MICHAEL JACKSON TAMBÉM É ROCK
As ligações do astro com o gênero e os guitar heroes por trás de alguns sucessos como "Beat It", "Dirty Diana" e "Give it to Me".
(RAFAEL SARTORI)
Pouco mais de um mês se passou desde a morte de Michael Jackson e todo dia ainda vemos alguma notícia sobre o ídolo. A causa da morte, o destino dos filhos, a dúvida sobre a paternidade biológica, as dívidas, a herança. Mas ouvindo de novo os álbuns do cantor, compositor, dançarino, perfomer - e todos os adjetivos mais que você quiser - lembrei que o Rei do Pop, que começou a carreira no melhor do Funk e do Soul, também tinha suas ligações com o Rock. Não é por acaso que a melhor definição sobre ele é “completo”.
Quando lançou “Thriller”, em 1982, o famoso “álbum mais bem sucedido de todos os tempos”, Michael Jackson e o produtor Quincy Jones conseguiram fazer com que cada faixa do repertório tivesse sua própria identidade. “Beat It” trazia um ‘riff’ inesquecível de guitarra e uma interpretação mais nervosa, além de um solo de guitarra deslumbrante. O solo foi cortesia de Eddie Van Halen e basta ouvi-lo uma vez para não restar a menor dúvida. O interessante sobre essa faixa, no entanto, é a participação em peso do Toto. Steve Lukather, Jeff Porcaro, Steve Porcaro, David Paich e Greg Phillinganes, são os responsáveis pelo instrumental e também gravaram a balada “Human Nature”. E olha que em 1982 o Toto lançava o clássico “Toto IV”, que rendeu seis prêmios Grammy ao grupo e trouxe ‘hits’ como “Rosanna”, “I Won’t Hold You Back” e “Africa”.
O próximo disco, “Bad”, veio somente em 1987. Nele, Michael Jackson já demonstrava uma pegada mais agressiva na própria faixa-título. O destaque do disco, pelo menos para o mundo do Rock, foi a faixa “Dirty Diana” e a participação do guitarrista Steve Stevens. Mais conhecido por acompanhar Billy Idol, Vince Neil entre outros. Stevens acertou no ‘riff’, no timbre, no solo e faz até uma aparição nada discreta (como de costume) no videoclipe, encarando Michael, rodopiando e se jogando no chão. Genial.
Entre “Thriller” e “Bad”, em 1985, o astro reuniu alguns dos maiores artistas da época (alguns continuam sendo até hoje) para cantarem “We are the World” no projeto “USA for Africa”. Pudemos ver e ouvir Steve Perry (Journey), Bob Dylan e Bruce Springsteen representando o Rock e dividindo o microfone com medalhões do Pop. Springsteen, aliás, roubou a cena e foi o que mais recebeu linhas solo.
Outro guitarrista que fez uma parceria bem sucedida com Michael Jackson foi Slash, o eterno ex-Guns n’ Roses. Em “Dangerous”, de 1991, ele gravou o ‘hit’ “Black or White” e a belíssima “Give in to Me”, com um solo inspiradíssimo. Sem dúvida, uma das melhores e mais emocionantes músicas da carreira de Michael.
Em 2001, muita coisa já tinha acontecido na vida pessoal do cantor e as turbulências resultaram no fraco “Invincible”. O convidado aqui foi Carlos Santana, na música “Whatever Happens”, que também não teve grande repercussão. Vale mencionar também a guitarrista Jennifer Batten que, embora não tenha registrado momentos memoráveis como os outros, acompanhou o astro em três turnês.
Michael Jackson tem o poder de unir. Ele consegue congregar artistas, músicos e estilos completamente diferentes e fãs de todas as nacionalidades e idades. “We are the World” é uma prova disso. Toda a comoção com sua morte, e a celebração em torno dele enquanto vivo, porém, são uma prova ainda maior. Por isso que Michael Jackson é único e completo. Fundamental até mesmo para o Rock.
Site: TERRITÓRIO DA MÚSICA:
Fotos:
Michael com Eddie Van Hallen (responsável pela guitarra de "Beat it"), em 83.
Michael com Slash (responsável pela guitarra de "Give in to me"), em 93.
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
A intimidade de Michael (exibido no"Fantástico")
Parte 1:
Parte 2:
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