Mostrando postagens com marcador Michael e o rock. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Michael e o rock. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Top 20 - CLIPES: Beat It (2ª posição)

Antes de tudo quero agradecer a todos que votaram na enquete. Ela está encerrada e como vocês podem ver os primeiro e segundo lugares já foram definidos.

Eu, sozinha, não conseguiria decidir entre o clipe que considero melhor e o que me fez fã de Michael.

Aqui está ele: Beat It! O clipe e a música que me fizeram conhecer Michael Jackson há 27 anos, quando eu era uma pirralhinha que nem sabia o que estava cantando!

Eu cantava "Pirê, pirê!" No fundo (e no raso também) eu sabia que estava errado, mas era o que eu entendi... rsrsrs

Amooo essa música, é uma das minhas preferidas de Michael, além de ser um clássico! Michael misturou rock com R&B e deu no que deu: uma mistura eletrizante!

A letra e o clipe, falam de gangues, mas contém conteúdo pacificador. Michael certa vez disse, sobre essa música:

"Não precisa se matar pra ser macho!". Ele estava certíssimo!

Uma curiosidade sobre esse clipe é que a concepção foi do próprio Michael, como aliás a grande maioria de seus clipes e de tudo em seu trabalho. Mas seus empresários na época, Ron Weisner e Freddy DeMann queriam que Michael se vestisse de Robin Hood, usando arco e flecha e o clipe se passaria na Inglaterra!

Michael disse pra John Branca, meses depois, quando resolveu demitir os dois: "Você se lembra da idéia deles para o vídeo-clipe de Beat It. Eles queriam que eu usasse arco e flechas. Ora, Branca, o que é isso? É totalmente ridículo!"

Eu dei crise de riso quando li isso na biografia de Taraborrelli! Fiquei imaginando a cena! rsrsrsrsrs

Ainda bem que Michael tinha uma boa cabeça e controle total sobre o seu trabalho, desde o começo! Mas chega de conversa, né? Lá vai o clipe, que é tudo de bom! Com uma das coreografias mas maneiras e marcantes da carreira de Michael!

BEAT IT:


quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Top 20 - CLIPES: Give in to Me (10ª posição)

Essa é uma das músicas mais belas do Michael! E uma das minhas preferidas! É linda, perfeita. O clipe é sim, mais um clipe com cenas de shows e por isso está em décimo lugar; porque se dependesse só da música estaria disputando a primeira posição! Há umas cenas de relacionamentos entre-cortando as cenas de Michael no show. Michael como sempre, está maravilhoso! E a participação do superguitarrista Slash me é muito agradável, porque sou fã de Guns N' Roses. Juntando tudo isso, o clipe se torna irretocável! Essa não é a versão oficial do clipe, mas não encontrei no youtube a outra versão aberta pra incorporação. Está cada vez mais difícil postar vídeos do youtube, ou por culpa dos próprios donos de canais que desativam a incorporação ou pelo próprio youtube que retira os vídeos por "violação dos termo de uso".

GIVE IN TO ME:

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

O lado roqueiro de Michael Jackson




São poucos os textos de não-fãs escritos sobre o Michael que eu aprovo. A maioria vem carregada de críticas e julgamentos duros (mesmo agora, que ele não está mais aqui!).

Mas... tenho encontrado aqui e ali alguns textos interessantes que abordam outros lados do nosso ídolo. Aqui está um, que resolvi copiar e trazer pra cá, na íntegra:




MICHAEL JACKSON TAMBÉM É ROCK


As ligações do astro com o gênero e os guitar heroes por trás de alguns sucessos como "Beat It", "Dirty Diana" e "Give it to Me".


(RAFAEL SARTORI)


Pouco mais de um mês se passou desde a morte de Michael Jackson e todo dia ainda vemos alguma notícia sobre o ídolo. A causa da morte, o destino dos filhos, a dúvida sobre a paternidade biológica, as dívidas, a herança. Mas ouvindo de novo os álbuns do cantor, compositor, dançarino, perfomer - e todos os adjetivos mais que você quiser - lembrei que o Rei do Pop, que começou a carreira no melhor do Funk e do Soul, também tinha suas ligações com o Rock. Não é por acaso que a melhor definição sobre ele é “completo”.

Quando lançou “Thriller”, em 1982, o famoso “álbum mais bem sucedido de todos os tempos”, Michael Jackson e o produtor Quincy Jones conseguiram fazer com que cada faixa do repertório tivesse sua própria identidade. “Beat It” trazia um ‘riff’ inesquecível de guitarra e uma interpretação mais nervosa, além de um solo de guitarra deslumbrante. O solo foi cortesia de Eddie Van Halen e basta ouvi-lo uma vez para não restar a menor dúvida. O interessante sobre essa faixa, no entanto, é a participação em peso do Toto. Steve Lukather, Jeff Porcaro, Steve Porcaro, David Paich e Greg Phillinganes, são os responsáveis pelo instrumental e também gravaram a balada “Human Nature”. E olha que em 1982 o Toto lançava o clássico “Toto IV”, que rendeu seis prêmios Grammy ao grupo e trouxe ‘hits’ como “Rosanna”, “I Won’t Hold You Back” e “Africa”.

O próximo disco, “Bad”, veio somente em 1987. Nele, Michael Jackson já demonstrava uma pegada mais agressiva na própria faixa-título. O destaque do disco, pelo menos para o mundo do Rock, foi a faixa “Dirty Diana” e a participação do guitarrista Steve Stevens. Mais conhecido por acompanhar Billy Idol, Vince Neil entre outros. Stevens acertou no ‘riff’, no timbre, no solo e faz até uma aparição nada discreta (como de costume) no videoclipe, encarando Michael, rodopiando e se jogando no chão. Genial.

Entre “Thriller” e “Bad”, em 1985, o astro reuniu alguns dos maiores artistas da época (alguns continuam sendo até hoje) para cantarem “We are the World” no projeto “USA for Africa”. Pudemos ver e ouvir Steve Perry (Journey), Bob Dylan e Bruce Springsteen representando o Rock e dividindo o microfone com medalhões do Pop. Springsteen, aliás, roubou a cena e foi o que mais recebeu linhas solo.

Outro guitarrista que fez uma parceria bem sucedida com Michael Jackson foi Slash, o eterno ex-Guns n’ Roses. Em “Dangerous”, de 1991, ele gravou o ‘hit’ “Black or White” e a belíssima “Give in to Me”, com um solo inspiradíssimo. Sem dúvida, uma das melhores e mais emocionantes músicas da carreira de Michael.

Em 2001, muita coisa já tinha acontecido na vida pessoal do cantor e as turbulências resultaram no fraco “Invincible”. O convidado aqui foi Carlos Santana, na música “Whatever Happens”, que também não teve grande repercussão. Vale mencionar também a guitarrista Jennifer Batten que, embora não tenha registrado momentos memoráveis como os outros, acompanhou o astro em três turnês.

Michael Jackson tem o poder de unir. Ele consegue congregar artistas, músicos e estilos completamente diferentes e fãs de todas as nacionalidades e idades. “We are the World” é uma prova disso. Toda a comoção com sua morte, e a celebração em torno dele enquanto vivo, porém, são uma prova ainda maior. Por isso que Michael Jackson é único e completo. Fundamental até mesmo para o Rock.

Site: TERRITÓRIO DA MÚSICA:

Fotos:
Michael com Eddie Van Hallen (responsável pela guitarra de "Beat it"), em 83.
Michael com Slash (responsável pela guitarra de "Give in to me"), em 93.

Top 20 - CLIPES: Dirty Diana (16ª posição)

Essa é uma das minhas músicas preferidas do Michael, é vibrante e bem rock! Se dependesse só da música acredito que ela estaria numa posição mais elevada. Mas há clipes que, de tão criativos merecem estar à frente deste aqui. Embora eu o adore porque, como outros também, têm o Michael cantando ao vivo em um show. É um clipe muito interessante, de uma música maravilhosa e que eu não poderia deixar de fora desse TOP 20 de jeito nenhum!

DIRTY DIANA: